PANDORA's
   
Sobre a p�gina:
 
Esta p�gina cont�m meus textos, id�ias e besteiras que de repente surgem em minha mente.
Estou fazendo-a s� para saber o que voc�s visitantes acham, se sou normal ou n�o (em seu ponto de vista do que � ser normal).
Mas por favor n�o sejam t�o duros comigo.
Sou s� uma garota tentando criar minha primeira p�gina na internet, tornando p�blico seus mais profundos pensamentos.
 
Hist�rias Macabras
Criogenia

Victor Mackenzye era um milion�rio de 78 anos, pequeno, de apar�ncia fr�gil. Sua mulher morrera a 10 anos, n�o tiveram filhos, e seus familiares - se � que existiam - n�o se pronunciavam a mais de 30 anos.
Victor possu�a um advogado, Jack Hork, �nica pessoa em quem confiava.
O milion�rio fizera um testamento, declarando que seu dinheiro deveria ser reservado para pagar seu congelamento, ap�s sua morte, para quem sabe um dia, voltar a viver. O restante do dinheiro ficaria aos cuidados de seu advogado.
Em uma noite de inverno, Victor e Jack conversavam e tomavam drinks no escrit�rio da mans�o vazia.
De repente, Victor come�a a sentir falta de ar. Jack observa sorridente a falta de ar do cliente se tornar em parada card�aca, e como conseq��ncia, a morte.
Jack envenenara a bebida do cliente. Sem muita dificuldade, arrasta o corpo franzino do velho para seu carro, ecoando seus passos pela mans�o. Derije-se para um rio congelado pr�ximo � mans�o, coloca o veneno no bolso do palet� do cad�ver, e o joga em um buraco feito no gelo.
Assim, o advogado tronou-se o empres�rio mais rico e respeitado do estado, sentindo-se satisfeito por ter "respeitado" o �ltimo pedido do milion�rio.



Buraco Negro

Um belo dia, um garoto feliz e saltitante passeava pelo caminho encantado de um bosque florido. Em um de seus pulinhos, OPS! Caiu em um buraco escuro, sujo, f�tido e asqueroso. O garotinho assustado foi esquecido e abandonado. Em seu buraco, ele continuou caminhando e saltitando, agora n�o de felicidade, mas para desviar de corpos de bichos feios e nojentos. Ele cresceu comendo lixo e animais em decomposi��o. Em um dia escuro e tempestuoso, finalmente o garoto, agora homem, achou uma sa�da. Nu e sujo, ele saiu andando pela cidade, festejando sua liberdade, depois de tanto tempo encarcerado. De repente dois homens fardados agarraram-no pelos bra�os e empurraram-no para o cambur�o. Chegando ao local destinado, logo foi vestido e trancafiado. Fora preso por atentado ao pudor, das leis dos homens, depois de tanto tempo abandonado por estes para morrer, sobrevivendo na lei da selva.

Moral da Hist�ria: A liberdade � para ser aproveitada enquanto voc� a possui, pois logo voc� pode perd�-la.




 
Mais alguns pequenos escritos de minha autoria:
Estou morrendo em sil�ncio
E o quanto mais tento me expressar
Mais me deprimo
Pois eles s�o cegos
E n�o acreditam que eu pense
Pe�o socorro nas entrelinhas
Mas como poderia
Se a vida n�o tem linhas
S� caminhos tortuosos
Que quanto mais adentro entramos
Mais perdidos ficamos
E infelizes com o que fizemos
E mais ainda
N�o fizemos
N�o posso me queixar da vida
Pois esta n�o tenho
Vivo de outras vidas
De hist�rias e experi�ncias contadas
N�o sou permitida a ter as minhas
Pois assim me machucaria
Sem saber que j� estou ferida
E a cada nega��o que ou�o
E sou submissa
� mais uma ferida sendo aberta
E coberta com �lcool
Pois � para o meu pr�prio bem
Mesmo sabendo que a dor � insuport�vel
A esta estou condenada a sofrer
At� meu padecer.
N�o me preocupo com o passado e o futuro
Porque nem esperan�as restam
De uma vida que se come�a
Exclu�da pelos pecados dos outros
E deve passar e acabar
Fechada em seu pequeno porta-j�ias
Seu mundo imagin�rio
Criado por seus donos
Que com medo que
Ao contr�rio deles,
Ou como eles
Gozasse das luxurias mundanas
Me apaixonasse pela vida e pelo mundo
Querendo assim tornar-me imortal
Mas desta forma
Tornando-me uma pessoa fria
Pessimista e doentiamente depressiva
Chegando a beira da loucura
Ficando entre o real e o anormal
Tomando o anormal como o melhor da vida
Tornando-o assim como modo alternativo de vida
Onde seu �nico prazer � exclu�do do mundo
E se perder na mente alucinada
E neste realizar seus sonhos, fantasias, 'viagens'
Onde nada mais importa
Seu lugar intoc�vel e privado
Onde o �nico ser rei sou eu.





Minha alma t�o podre e vazia
Que em meu corpo habita
Numa vida perdida
Sem esperan�as ou objetivos

Sempre nos ensinaram a obedecer e decorar
Mas nunca nos fizeram pensar
Atitudes espont�neas e pr�prias s�o revolta

Quem disse que pensar � preciso
Num pa�s onde pensar � proibido
E o idealismo � reprimido
Mesmo pelo povo
Que n�o acredita em sonhos
Tornando-os assim
Imposs�veis e irreais

E ainda assim querem progredir
Vivendo sem sonhos
Com sonhos dos outros
Em suas vidas med�ocres e tristes





A solid�o � tudo que tenho
N�o importa quem conhe�o
Quando vejo tudo em preto
Em meus sonhos nada temo
Se na verdade temo por meus sentimentos
Que mudam a cada dia
E ficam mais confusos
E me perco num dil�vio de pensamentos
Que me perturbam mesmo em casa
Na paz da solid�o
Na dor da solid�o
No medo da solid�o
Espero um dia encontrar
Algu�m que comigo possa apreciar
E compartilhar da imensid�o da solid�o


 
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